Não é novidade para os leitores de textículos que desde o seu nascimento, este cafundó eletrônico bate uma bola e tanto com a sua vizinhança real e virtual, mais precisamente com o OkComput3r e seu dono Luiz Filipe.
Logo depois do Viva Boal (logo abaixo), ele me mandou um link de um jornal alemão ressaltando a importância do teatrólogo no exterior - que eu tornei disponível para esta audiência heroica em me aguentar. Sua nova postagem, inspirada ou não na minha primeira observação sobre estar realmente informado no mundo de hoje, fala do mesmo assunto com a profundidade que merece. A postagem anterior a essa fala da robô-professora que encanta as crianças japonesas com seu "realismo emocional". Até aí, tudo bem. A piada é que nosso futuro professor de História deixou o melhor pro final: sua sarcástica observação sobre o real sentimento que a robô precisaria externar para parecer uma professora bem humana. A minha gargalhada foi tão sonora que acho que até ele ouviu, do outro lado da parede.
Esta observação sobre crianças me lembrou um breve episódio deste fim de semana, marcado por uma festinha de aniversário de criança típica, com direito a bedel vigiando os brigadeiros antes do parabéns. Sobre uma horda de crianças adoráveis (com uma maçã cravada na boca e devidamente assadas, claro), meu tio me pergunta: Você que é professora, como é que a gente dá jeito nesse monte de crianças sem-educação?
Eu, sem pestanejar, respondi: "Anticoncepcional".
Esta observação sobre crianças me lembrou um breve episódio deste fim de semana, marcado por uma festinha de aniversário de criança típica, com direito a bedel vigiando os brigadeiros antes do parabéns. Sobre uma horda de crianças adoráveis (com uma maçã cravada na boca e devidamente assadas, claro), meu tio me pergunta: Você que é professora, como é que a gente dá jeito nesse monte de crianças sem-educação?
Eu, sem pestanejar, respondi: "Anticoncepcional".
Ps: Antes que eu me esqueça, roubei vááááários brigadeiros antes do parabéns. Sou subversiva, esqueceram?
