quinta-feira, 5 de maio de 2011
Ecce Homo
terça-feira, 28 de julho de 2009
Extra! Extra! Textículos de Mulher também são poderosos amuletos

quinta-feira, 28 de maio de 2009
Subindo no banquinho e xingando a rainha 2.0
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Viva Boal
*Um de seus livros que eu li foi "O Arco-Íris do Desejo - Método Boal de Teatro e Terapia", da Editora Civilização Brasileira.
quarta-feira, 26 de março de 2008
Leu na Veja???? Azar o seu!
Hoje vou prestar um serviço de utilidade pública. Minhas bolas voltam para esquerda, se é que saíram de lá um dia¹.
Recebo a newsletter da excelente revista Caros Amigos, e vi que o entrevistado do mês era o jornalista Luís Nassif, que tem feito uma série de matérias intitulada Dossiê Veja, onde ele analisa os descalabros cometidos por essa revista semanal que é a de maior circulação do país. Eu já tinha recebido o link deste blog, mas não tinha lido ainda. Essa edição da Caros Amigos eu pre-ci-sa-va ter, tive que comprar.
Quando chego de viagem, amigo me conta que o site do Paulo Henrique Amorim foi inadvertidamente tirado do ar do Portal IG lá pelo dia 18 ou 19 deste mês. Segundo o portal, devido a "baixa audiência", sendo esta uma página que ganhou Prêmio Ibest. Além de tirar o site do ar, o jornalista teve que resgatar seus arquivos à base de liminar judicial. Como o próprio disse, é "como se a Veja queimasse todas as edições do Mino Carta, na ocasião de sua saída da revista." O novo site do jornalista não consegue ser captado por mecanismos de busca como o Oráculo Google, por exemplo. (A-há! Peguei o Oráculo outra vez. Ele não sabe tudo, crianças.) Na real, a saída do Conversa Afiada do IG foi o resultado de "limpeza ideológica" do portal, sem se fazerem de rogados, eliminando as críticas que PHA faz a quem jamais é criticado pela mídia gorda.
Curioso que estes dois jornalistas não se declaram 'de esquerda', tão somente dois profissionais de carreira sólida que se fundamentam nas críticas a uma mídia que simplesmente não atende ao propósito de informar corretamente, que se coloca absoluta nas suas visões. Um mínimo que se espera de uma democracia (já contei pra vocês que não acredito nisso?) é pluralismo de visões, de idéias, principalmente na mídia. E uma revista que já foi alguma coisa e hoje não passa de um tablóide com tiragem se propõe a ser a única visão, manchada até o rabo de conteúdo ideológico. Adoro quando o PHA chama a Veja de "A Última Flor do Fascio".
Como eu não sou um grande meio de comunicação em massa, não me faço de rogada para deitar e rolar aqui. É para mim mesma esta cambalhota e para os que me acompanham. Esta é a grande vantagem de ser O Blog Literário Mais Sem Audiência do Ciberespaço! Este textículo é para divulgar e apoiar o trabalho dos caras. E quem não gostou que leia a Veja.
Ps: Mesmo que seja este um Blog Mais Sem Audiência do Ciberespaço, eu faço literatura orgulhosa medíocre, depois do que aconteceu a PHA, temo pelos textículos, agora que deixei de ser engraçadinha ou poética. Vou fazer backup dos Textículos já! The Google is watching you.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
MetaBlogagem (ou Blog Literário uma ova!)
A primeira vez que me sugeriram criar um blog, seria para publicar meus poemas, afinal eu sempre gostei de escrever. Fui olhar um blog de poesia. Achei um porre. Sou uma escritora medíocre orgulhosa. Se for para divulgar o que escrevo vendendo livros auto-editados na porta do MASP ou fazendo blog de poesia, melhor que a genialidade da dona dos textículos seja reconhecida postumamente. É mais glamouroso. Não tenho, necessariamente, nada contra quem vende seus livros na porta do MASP ou possui blogs "literários". Só não me imagino me levando a sério fazendo essas coisas, porque eu, tanto quanto o Calixto, não passo de uma fanfarrona.
Nunca gostei muito de blogs. Como assim, confissões pessoais na rede? Se for para fazer isso, sempre preferi o diário de papel, como ainda o tenho. O prazer é outro, mesmo que não haja segredos invioláveis a serem descobertos. Tudo que um diário quer é ser revelado, mas sem alardes.
O primeiro blog que eu conheci e que realmente valia a pena gastar um tempo lendo era - e ainda é - o "Homem é tudo Palhaço" (link em Blogs Camaradas). Pelo tema, pelo estilo das Donas do Circo e pelo furor machista que ataca os palhaços que não passaram com louvor nos exames finais do curso de Palhaço por correspondência com o Arrelia. Tive até meu circo particular e genérico, a Palhaçoterapia. Bibi e Éder que o digam, estrelaram junto comigo neste picadeiro que foi desmontado há algum tempo.
O fato de eu ser avessa a blogs não significava, necessariamente, resistência à idéia de criar um. É que eu só faria quando eu realmente estivesse com vontade, o que aconteceu só agora. E junto comigo, como bem apontou Forest, amigo e vizinho, "agora toda Velha Guarda da Vila Souza resolveu criar o seu blog ao mesmo tempo, sem ter combinado nada". Fui conferir e fiquei muito satisfeita porque todos são radicalmente diferentes um do outro. Okcomput3r lança olhar sobre questões contemporâneas e ciberculturais e faz isso muito bem; Ambiente Urbano discute questões ambientais e o autor tem propriedade para falar do assunto (é biológo, em vez de mais um ecochato que não sabe diferenciar uma lesma de uma taturana); e o Tio-Zé começou com a genialidade do Leonardo Da Vinci e não sei o porquê dele ter parado de postar, o que achei uma pena, mas ele me prometeu que voltará. E ainda há outros blogs que estão merecendo uma visita mais apurada.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Mas que porra é essa?
Como pau que nasce torto morre torto, eu não fujo à regra. Escrever para mim é um vício, um exercício constante, sem o qual eu não vivo. A única diferença é que agora resolvi compartilhar deste vício da palavra com amigos e quem quer que seja, aqui, na vastidão deste universo, chamado Internet.
Assim, espero que estas palavras (seminais) sejam estopim para o surgimento de outras palavras, outras idéias, outros pensamentos. É o princípio básico da criação. Caso alguém não tenha gostado, sorry. Vou continuar jorrando, ops! Quer dizer, postando. Para estes, revisito Drummond: "Não é para os outros, é para mim mesmo esta cambalhota".